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domingo, 11 de janeiro de 2015

BOEING 777 QUASE A VELOCIDADE SUPERSÓNICA

Boeing 777-200    Foto: British Airways

Os fortes ventos de jetstream que se vêm fazendo sentir no Atlântico Norte têm proporcionado velocidades fora do normal para aeronaves comerciais.
Hoje por exemplo, um Boeing 777-200 da British Airways realizou a ligação entre Nova Iorque e Londres em apenas 5 horas e 16 minutos, tendo batido o recorde para aeronaves subsónicas naquele trajeto. 

O 777 do voo BA 114 chegou a atingir velocidades de 745 mph (cerca de 1190km/h), com a ajuda de ventos de até 200 mhp (320 km/h), tendo chegado cerca de uma hora e meia adiantado relativamente ao horário.

O fenómeno de jetstream é amplamente conhecido no mundo da aviação e consiste de ventos que sopram de oeste para leste, com especial incidência nas altitudes entre os 23.000 e 39.000 pés, onde se realizam a maior parte dos voos comerciais. Estes ventos são causados por uma conjugação de factores, como a rotação da Terra e o aquecimento solar. A intensidade dos últimos dias é explicada pelo choque entre massas de ar quente e ar frio sobre os EUA. 




domingo, 27 de julho de 2014

CAIXAS NEGRAS CONFIRMAM MÍSSIL COMO CAUSA DE QUEDA DO VOO MH17

Local do despenhamento do Boeing 777 do voo MH17   Foto:DigitalGlobe


Os primeiros dados obtidos das caixas negras do Boeing 777 da Malaysia Airlines, que se despenhou no leste da Ucrânia, são consistentes com uma explosão causada por um míssil, revelou hoje a cadeia norte-americana CBS News.

A CBS News cita fontes europeias próximas da investigação sobre o desastre com o voo MH17, no qual morreram 298 pessoas, que indicam que os dados confirmam "uma massiva descompressão explosiva" e o impacto de múltiplos fragmentos de estilhaços de um míssil.

As caixas negras tinham sido entregues às autoridades malaias pelos rebeldes pró-russos que controlam a região ucraniana onde caiu o avião, tendo sido levadas para um laboratório no Reino Unido para análise.

Grupos de investigadores malaios, holandeses e australianos tem estado durante os últimos dias no local da queda do avião, em plena zona de conflito entre as forças armadas ucranianas e os separatistas pró-russos, para analisar os restos do avião. Os especialistas encontraram sinais de impacto de estilhaços na fuselagem, indicadores de que o avião foi derrubado por um míssil terra-ar.

Segundo os serviços de informações norte-americanos, a causa mais provável da tragédia foi o lançamento de um míssil SA-11, que terá sido fornecido pela Rússia aos rebeldes da região de Donetsk, que terão derrubado o avião de passageiros ao confundi-lo com um avião militar.




quinta-feira, 17 de julho de 2014

DESPENHAMENTO DE AVIÃO DA MALAYSIA AIRLINES (Em atualização)


As agências de notícias estão a dar conta de um acidente grave e fatal com um Boeing 777-200 da Malaysian Airlines, numa zona de fronteira entre a Ucrânia e a Rússia. O avião descolou de Amesterdão e rumava a Kuala Lumpur, capital da Malásia. O avião caíu perto de Donetsk, na Ucrânia, onde decorrem confrontos entre a Ucrânia e a Rússia.
As mesmas agências referem 295 mortos, ou seja a totalidade dos ocupantes do avião.
A notícia, como é evidente, ficará a aguardar desenvolvimentos, sendo que correm já rumores que referem que o avião poderá ter sido abatido, uma vez que a região está envolvida num conflito que teve a sua génese com a crise na Krimeia.
Seja como for, a Malaysian Airlines está, de novo no topo da atualidade, pelos piores motivos, através de uma notícia que continuaremos a acompanhar.

Nota: Existem já várias imagens no Youtube e fotos em diversas páginas que reportam uma enorme coluna de fumo negro e já outras que revelam destroços do avião.
Por opção editorial, não as divulgaremos no Porta de Embarque 04/Pássaro de Ferro.

Screenshot do Flightradar 24:



Atualização (16:45h): Ministro do Interior Ucraniano diz que avião foi abatido e que não há sobreviventes.

Atualização (17:25h): Fontes do Ministério do Interior da Ucrânia referem que o avião voava a 10 mil metros e terá sido abatido por um míssil.

Atualização (17:30h): Uma outra versão aponta para "um engano", uma vez que se alega que o míssil que terá atingido o Boeing 777 se destinava a uma avião militar de transporte Il-76 da Ucrânia (tal como sucedeu a 14 de junho passado), mas que desta vez voava numa rota similar à do avião Malaio.
Os separatisas afirmam que não possuem armas capazes de abater um avião que voe a altitudes da ordem dos 10 mil metros.
Já do lado governamental ucraniano, é referido que "não existem forças de defesa nem tropas ucranianas na zona", apontando o dedo acusador a forças russas, essas sim possuidoras de armamento capaz de abater uma aeronave a 10.000 metros de altitude.
A agência russa Interfax avança mesmo com a informação que o sistema anti-aéreo usado terá sido o 9K38 Buk de fabrico russo.


Sistema SAM 9K38 Buk       Foto:Wikipedia

Entretanto, através do Flightradar24 é possível ver os voos comerciais que normalmente atravessariam a zona onde ocorreu o sinistro, a evitarem cruzar tal espaço aéreo:

Imagem: Flightradar 24 via RT

Durante o dia de ontem, 16 de julho, há relatos oficiais de que dois Su-25 ucranianos foram alvejados por mísseis, embora em condições diferentes. Alegadamente um terá sido atingido por um míssil ar-ar e o outro por um míssil de ar-terra de curto alcance.

Atualização (21:00):
Embora com algumas informações contraditórias, a cadeia noticiosa russa dá conta de que o avião presidencial de Vladimir Putin estaria no ar ao mesmo tempo que o 777 da Malaysia, e ter-se-ão mesmo cruzado em voo sobre a Polónia. As aeronaves têm, além disso bastantes semelhanças de aspeto, como se pode ver pela imagem abaixo.


O avião do presidente russo contudo, não sobrevoou a Ucrânia, nem o faz já há bastante tempo, segundo fontes em Moscovo.


domingo, 30 de março de 2014

OBJETOS ENCONTRADOS NO ÍNDICO SUL NÃO SÃO DO VOO MH370



A Austrália confirmou hoje que os objetos recuperados no mar por um navio chinês não pertencem ao avião da Malaysia Airlines desparecido desde 08 de março com 239 pessoas a bordo.
De acordo com o comando australiano das operações de busca e salvamento, os objetos foram recuperados na zona, a cerca de 1.850 quilómetros a oeste de Perth poderão ser lixo de pesqueiros.
A busca pelo avião da Malaysia Airlines, com o envolvimento de vários países, meios aéreos e navais, está centrada numa região com 319.000 quilómetros quadrados e vai continuar enquanto as condições meteorológicas permitirem dado estarem previstas chuvas e nuvens baixas.
A caminho da zona de busca está já o navio australiano Ocean Shield que tem a bordo um detetor de caixas negras e um veículo submarino.
O avião da Malaysia Airlines partiu de Kuala Lumpur sob o código MH370 com 239 pessoas a bordo, mas nunca chegou ao seu destino, a capital chinesa, Pequim.
Poucos minutos despois da descolagem desapareceu dos radares numa ação, alegadamente, deliberada por quem estava aos comandos da aeronave que, soube-se depois, ainda voou várias horas sem emitir qualquer sinal de emergência ou perigo. 
Fonte: Diário de Notícias/ Madeira

segunda-feira, 24 de março de 2014

CONFIRMAÇÃO - MH370 TERMINOU NO ÍNDICO SUL



O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, confirmou nesta segunda-feira 24 de março, que o voo MH 370 caiu no sul do Oceano Índico.  De acordo com o líder do Governo malaio, novos dados de satélites analisados por uma empresa britânica levaram à conclusão de que o Boeing 777-200 com 239  pessoas a bordo saiu da rota prevista, percorreu o chamado corredor sul entre o Sudeste Asiático e a costa oeste da Austrália e caiu a sudoeste de Perth. A Malaysia Airlines divulgou um comunicado no qual oferece condolências às famílias dos passageiros e tripulantes do voo e informa que as buscas continuam.

Antes do anúncio de Razak, parentes de passageiros disseram que a companhia enviou uma mensagem de texto afirmando que todos que estavam a bordo do avião morreram. "Lamentamos profundamente que temos de aceitar que o voo MH 370 se encerrou e que ninguém que estava a bordo sobreviveu. Como vocês vão ouvir na próxima hora do primeiro-ministro da Malásia,  temos de aceitar que todas as evidências mostram que o avião caiu no sul do Oceano Índico", dizia a mensagem mostrada ao NYT pela americana Sarah Bjac. O namorado dela estava no avião.

" É com profunda tristeza que informo que o avião terminou a sua jornada no sul do Oceano Índico", disse o primeiro-ministro. "Amanhã haverá uma conferência de imprensa com novos detalhes sobre o caso."

No comunicado da Malaysia Airlines, a empresa diz que é preciso aceitar que todas as informações disponíveis levam a crer que o avião tenha "terminado o seu voo" no mar e oferece condolências pelas 239 pessoas a bordo.  Parentes das vítimas foram levados em voos fretados de Pequim para a Austrália, onde estão sedeadas as buscas.

"Sabemos que não há palavras que nós ou qualquer pessoa possa dizer para amenizar a vossa dor", diz o texto. "Continuaremos a oferecer ajuda e apoio, como temos feito desde o desaparecimento do voo a 8 de março. Oferecemos nossos pensamentos, orações e condolências a todos afetados por esta tragédia."

Fonte: Estadão
Adaptação: Pássaro de Ferro

AINDA O FAMIGERADO VOO MH370



O Primeiro-Ministro da Malásia anunciou hoje que o Boeing 777 do famigerado voo MH 370 se despenhou algures no Índico sul, numa zona remota e sem qualquer aeroporto a uma distância que permitisse uma aterragem, fosse ou não de emergência.
A declaração, não fora todo o circo que foi montado à volta deste acontecimento, (sobretudo pelos órgãos de comunicação social) e o facto de terem passado mais de duas semanas, teria sido óbvia e até normal no seu teor.
Mas a mesma, tendo em conta tudo o que se disse e não disse, escamoteuou, como seria de esperar, uma série de questões que muita gente, dentro e fora do mundo da aviação, gostaria de ver esclarecidas, como por exemplo, o que fazia aquele avião, naquele lugar, justamente oposto à sua rota normal, rumo a Pequim?
Passados estes 15 dias, mil e uma teorias, umas mais espúrias do que outras, foram elaboradas, congeminadas, asseguradas, perpetradas, entre gente mais ou menos especialista, sendo que, para além da solenidade da declaração do governante malaio, permanece uma perturabadora cortina de dúvidas sobre o que terá acontecido - de facto - ao voo MH 370, sendo que, por isso, as famílias dos 239 ocupantes do aparelho não sabem e provavelmente, não virão a saber que factor(res) levaram à perda da vida dos seus familiares.
Nenhum dos meios tecnológicos que acompanham as aeronaves conseguiu estruturar uma explicação, sendo que, durante estes dias, vários "achamentos" de supostos destroços se sucederam também, não se tendo nenhum deles solidificado como claramente credível.
A menos que algo de concreto surja nos próximos dias, para lá do politicamente correto e desejável "esquecimento" do caso, ficará a pairar uma dúvida que a paz de consciência deveria esconjurar de forma tranquila, quanto mais não seja pelas famílias das vítimas e, de certa forma, pelos muitos milhares de pessoas que, todos dias, a toda a hora, continuam a confiar no transporte aéreo como o mais seguro a que temos acesso.

Nota: este texto reflete, apenas, a opinião do seu autor.

quinta-feira, 20 de março de 2014

AUSTRÁLIA ANUNCIA POSSÍVEIS DESTROÇOS DO MH370

Imagens: Australian Maritime Safety Authority

O primeiro-ministro australiano disse hoje que dois objetos "possivelmente ligados" ao voo MH370, desaparecido há 12 dias, foram detetados por satélites. Um navio norueguês já chegou ao local para analisar os objetos.

A autoridade australiana de segurança marítima recebeu informações «novas e credíveis», «baseadas em dados de satélite, de objetos que podem estar ligados às buscas», declarou Tony Abott perante o parlamento.

Austrália encontra objetos "possivelmente relacionados" com avião desaparecido (vídeo)
As imagens de satélite das autoridades australianas

"Depois da análise destas imagens de satélite, dois objetos possivelmente relacionados com as buscas foram identificados", afirmou.

"Os objetos são relativamente indistintos. Recebi a indicação de que os objetos têm uma dimensão razoável e que provavelmente estão a flutuar na água», disse John Young, da Autoridade de Segurança Marítima australiana. «O maior foi estimado em 24 metros. Há também outro de menor dimensão», afirmou.

A Malásia já veio sublinhar a necessidade de verificar a pista anunciada pelas autoridades australianas. "Cada pista representa uma esperança", disse o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein. "Temos sido bastante coerentes. Nós queremos verificar, queremos corroborar", declarou. 


A área onde os objetos foram vistos fica a cerca de 2300 km a sudoeste de Perth.

As buscas na zona serão retomadas dentro de algumas horas, quando for dia, com aviões e barcos da força aérea australiana e neozelandesa.

As imagens de satélite, fornecidas pela empresa DigitalGlobe EUA, foram tiradas a 16 de março, o que significa que os destroços ter-se-iam afastado muito do que terá sido o local original.

Um transportador norueguês foi desviado da sua viagem de Madagáscar para Melbourne e também está na área, disse o proprietário do navio.

Fonte: TSF

terça-feira, 18 de março de 2014

UMA EXPLICAÇÃO SIMPLES PARA O MISTÉRIO DO VOO MH370

Boeing 777 da Malaysia Airlines      Foto: Aero Icarus

Tem havido muita especulação acerca do voo 370 da Malaysia Airlines. Terrorismo, sequestro, meteoros e por aí adiante. E a comunicação social em geral não tem prestado um bom serviço de informação, eventualmente mais preocupados em explorar a mina que sempre é uma situação misteriosa.

A história conhecida já a sabemos: um 777 carregado parte de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Noite quente e avião pesado. Após uma hora de voo, sobre o Golfo da Tailândia deixa de haver contacto com o avião, o que significa que o transponder e o radar secundário foram inativados. Dois dias mais tarde, sabe-se que radares militares detetaram o avião em direção a sudoeste, sobre a península malaia, em direção ao Estreito de Malaca.

E esta inversão na rota é a chave para uma explicação simples: o piloto dirigia-se para a pista de Palau Langkawi, a mais óbvia se uma emergência grave ocorresse perto do local da inversão de rota, uma vez que esta tem 13.000 pés de comprimento e a aproximação é feita sobre água e não com montanhas de 8000 pés de altitude, como sucederia se regressasse a Kuala Lumpur. Se considerarmos que algo de grave sucedeu a bordo, o piloto tomaria a decisão de se dirigir ao aeroporto mais seguro e mais próximo.

A inativação dos transponders e comunicações é perfeitamente explicável por um incêndio a bordo. E o mais provável seria um incêndio elétrico. Em caso de incêndio a primeira resposta é retirar os painéis eletricos principais e restaurar os circuitos um a um, até encontrar o defeituoso. Se retiraram os painéis, o avião ficou "silencioso". Com certeza foi algo de muito grave o que sucedeu, o que ocuparia a tripulação com o controlo do avião e extinção do incêndio. Voar, navegar e comunicar é a mantra para uma situação destas.

Há dois tipos de incêndios. Um incêndio elétrico pode não ser muito rápido nem forte e pode ou não haver fumo incapacitante. Contudo, existe a possibilidade, dado o espaço temporal, de sobreaquecimento de um dos pneus do trem da frente à descolagem, que começou a arder lentamente. Avião pesado, noite quente, nível do mar, rolagem de descolagem longa. Sucedeu um acidente similar com um DC8 da Nigéria. Depois, um incêndio provocado por um pneu, produziria fumo horrivelmente incapacitante. Os pilotos têm acesso a máscaras de oxigénio, mas não com incêndio. Poderiam até ter um filtro de fumo, mas dura apenas alguns minutos, dependendo do nível de fumo.

O que provavelmente sucedeu foi que a tripulação foi vencida pelo fumo e o avião continuou em piloto automático na última rota definida, até ter ficado sem combustível, ou o incêndio consumiu o aparelho e se despenhou. A ser possível encontrar os seus destroços será ao longo dessa última rota. Em qualquer outro local será perda de tempo.

Teorias de sequestro não têm consistência, até prova em contrário. Seria necessário uma grande logística para desligar intencionalmente os sistemas de comunicação automáticos, o que é muito mais facilmente explicável por um sério problema elétrico, eventualmente causado por incêndio. 
Para mais, ações terroristas são normalmente reclamadas pelos seus autores/autores morais, o que não sucedeu no caso.

Quanto às alegadas flutuações na altitude do aparelho, dado que não havia informação de transponder e a informação existente é apenas de radares primários a mais de 200 milhas de distância, podem estar afetados de erro devido às condições atmosféricas, pelo que não são totalmente confiáveis. Ainda assim, podemos aceitar que o piloto tenha subido a 45.000 pés, num esforço para apagar o fogo, buscando o menor oxigénio possível. É um cenário aceitável. Contudo, manter o avião a 45.000 pés não seria fácil, uma vez que a aeronave estaria muito próximo do seu limite de sustentação. A entrada em perda é perfeitamente possível e as rápidas taxas de descida registadas podem ser explicadas por uma situação destas, com recuperação a 25.000 pés. O piloto pode também ter tentado mergulhar para extinguir as chamas. Já subir a 45.000 pés num cenário de sequestro não faz qualquer sentido.

Estimando que o avião queimou cerca de 20 a 25% do combustível na descolagem e subida até altitude e velocidade de cruzeiro, será de admitir que tivesse combustível para seis ou mais horas de voo, o que explicaria os pings de dados inmarsat recebidos durante várias horas.

O voo contínuo agora conhecido, até ao tempo admissível de esgotar o combustível, só confirma que a tripulação estaria incapacitada e o voo continuou até às profundezas do Oceano Índico.


Texto: Chris Goodfellow, piloto canadiano com 20 anos de experiência Classe 1
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

sexta-feira, 14 de março de 2014

BUSCAS DO VOO MH370 ALARGADAS AO ÍNDICO

Imagem: Daily Mail

A busca pelo avião da Malaysia Airlines estendeu-se ao Oceano Índico nesta sexta-feira (14/3/2014), após a distribuição de novos dados, citados pela Casa Branca, que sugerem que o aparelho voou durante várias horas após desaparecer dos ecrãs de radar, há seis dias.
 
"Entendi que com base na nova informação, não necessariamente conclusiva, uma busca adicional pode envolver o Oceano Índico", informou Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, na quinta-feira (13/3/2014).
A Marinha americana deslocou um de seus navios que participam na busca ao avião, do Golfo da Tailândia para o Oceano Índico, revelou um oficial à AFP.
 
USS Kidd
"O 'USS Kidd' está a passar pelo Estreito de Malaca em direção ao Oceano Índico", disse um oficial da Marinha, que pediu para não ser identificado. Um avião de vigilância P-8 Poseidon também foi enviado para participar nas buscas, juntando-se a um P-3C Orion, acrescentou um funcionário americano.

Quase uma semana depois do desaparecimento, persiste o mistério absoluto sobre o destino do voo MH370, que viajava entre Kuala Lumpur e Pequim, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria (153) cidadãos chineses.
A procura centrou-se no primeiro momento no Mar da China meridional, a leste da Malásia, na rota que o voo deveria ter realizado, entre Kuala Lumpur e Pequim. Mas as autoridades suspeitam que o avião pode ter dado meia-volta. A última posição conhecida do avião fica a meio caminho entre as costas da Malásia e Vietname, 60 minutos depois de descolar de Kuala Lumpur. De acordo com o Wall Street Journal e o canal de televisão ABC, os investigadores americanos acreditam que o avião continuou a voar depois disso por mais quatro horas.
 
Alcance possível do B777 com o combustível que partiu de Kuala Lumpur      Imagem: Daily Mail

A suspeita é baseada num sinal automático transmitido via satélite pelo avião, durante quatro horas após o desaparecimento. Os sistemas ligaram-se a um ou a vários satélites, segundo as fontes.
Se efetivamente prosseguiu o voo durante o período, o avião pode ter percorrido 3500 kms adicionais, alcançando o Oceano Índico, o Paquistão ou até mesmo o mar da Arábia.
O governo malaio está a examinar as informações, segundo indicou à AFP uma fonte ligada às operações de busca, sem revelar mais detalhes. Até o momento não foi anunciado se o país vai enviar equipas de busca ao Índico.

Fonte: Globo
Adaptação: Pássaro de Ferro

domingo, 9 de março de 2014

BOEING FORNECE CONSULTORIA NA INVESTIGAÇÃO DO VOO MH370

Boeing 777        Foto: Boeing

A Boeing emitiu um comunicado no qual expressa a sua "profunda preocupação às famílias dos passageiros" do voo 370 da Malaysia Airlines, desaparecido desde dia 7 de março, entre Kuala Lumpur e Pequim.

O fabricante do 777 reuniu uma equipa de consultores que juntamente com o US Transportation Safety Board fornecerá assistência técnica na investigação das causas do desaparecimento da aeronave que, recorde-se transportava 239 pessoas a bordo.

Entretanto, a hipótese de atentado terrorista não está colocada de parte, já que foram detetados embarques de dois passageiros com passaportes falsos, bem como outros dois passageiros suspeitos de estar relacionados com atividades terroristas.





quarta-feira, 4 de setembro de 2013

INCIDENTE ENTRE DOIS AVIÕES NO AEROPORTO DO GALEÃO-RIO DE JANEIRO (M274 - 63AL72013)

Vista geral do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão-Rio de Janeiro). Créditos na imagem.

Reproduzimos a notícia dada pelos nossos parceiros do Cavok-Brasil, sobre um incidente ocorrido hoje no Rio de janeiro.
«Dois aviões chocaram levemente, às 14h45 desta quarta-feira (dia 4), no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador, Rio de Janeiro.

Segundo a Aeronáutica, houve o toque da asa de um Boeing 777 da Emirates, que taxiava pelo pátio, com a empenagem (asa traseira) de um 737 da Gol, estacionado. Não houve feridos. De acordo com a Infraero, o "toque" entre as aeronaves não causou atrasos ou cancalemento de quaisquer voos.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) irá investigar o caso como “ocorrência de solo”. O piloto do voo da Emirates, que saiu de Dubai para o Rio, será ouvido pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Em nota, a companhia Gol informou “que a aeronave que operou o voo G3 1026, trecho Congonhas (SP) – Santos Dumont (RJ), alternou o destino final para o aeroporto de Galeão devido condições meteorológicas em Santos Dumont. Após receber autorização para pouso neste aeroporto e já com a aeronave completamente estacionada na posição 41 (remota), preparando para o desembarque, houve um abalroamento entre a asa de uma aeronave da companhia aérea Emirates e o leme de direção do avião da Gol”.

Ainda segundo a companhia aérea, os 47 passageiros que estavam a bordo desembarcaram normalmente. “A ocorrência de solo e a aeronave serão avaliadas. A Gol lamenta pelo desconforto causado aos passageiros e ressalta que a segurança dos seus clientes e colaboradores é item prioritário na sua política de gestão”, completa o texto.


FONTE: G1»
Adaptação: PE04/Pássaro de Ferro


sábado, 6 de julho de 2013

ÚLTIMA HORA - ACIDENTE COM BOEING 777 EM SÃO FRANCISCO (M250 - 52AL/2013)



Um Boeing 777 da coreana "Asiana Airlines" sofreu um acidente na manobra de aterragem em S. Francisco, segundo noticiam as agências de informação e a CNN.
Segundo o que se sabe, a aproximação foi normal e não havia indícios de fumo ou qualquer mau funcionamento do avião. O(s) problema(s) terá ocorrido no momento da aterragem, levando a que o avião ficasse em mau estado, tendo inclusive deflagrado um incêndio, não havendo contudo, informações que confirmem uma explosão.
Há para já duas fatalidades confirmadas e 61 feridos (atualização 2:00AM 7/7/2013)

Adenda 07jul2013 (14:45h)

Aqui estão algumas  imagens/reconstituição gráfica do provável "desenho" do acidente, emitidas pela CNN. Elas levam a concluir que o avião "tocou" o solo cedo de mais, fosse por falha humana, fosse por ação do fenómeno "Microburst".
Seja como for, o acidente acabou por ser menos "fatal", digamos, do que uma situação como esta poderia pressupor.
Felizmente, os pilotos estão vivos e só eles e os registos das "caixas pretas" poderão fazer alguma luz sobre o que se passou.

Nesta animação, o acidente "visto" de outro ângulo...

Adenda 2 (07jul2013 (21:45h)

CNN divulga este vídeo-amador do momento do acidente.

sábado, 15 de junho de 2013

BOEING 777 DA EGYPTAIR "DESVIADO" PARA GLASGOW (M241 - 45AL/2013)

Crédito na imagem.

Um Boeing 777 da Egyptair que fazia a ligação diária entre a capital egípcia e Nova Iorque (JFK), acabou por aterrar em Glasgow- Escócia, escoltado por uma parelha Typhoon da RAF, devido a "problemas de segurança não especificados".
A foto mostra o momento em que este belo aparelho aterra naquela cidade escocesa, envolto numa nuvem de spray, provocada pela inversão de impulso dos motores na manobra de aterragem!

Fonte: Várias
Edição e texto: PE04/Pássaro de Ferro


sábado, 27 de outubro de 2012

PRIMEIRO VOO COM AJUDA HUMANITÁRIA A BORDO DE UM DREAMLINER

Aspeto da operação de carga do Dreamliner da Ethiopian Airlines.

No passado dia 23 de Outubro, a Boeing, associada à Ethiopian Airlines (EA) e a organização humanitária Seatle Anesthesia Outreach, fizeram chegar cerca de 9 toneladas de ajuda médico-humanitária àquele país africano, a bordo de um Boeing 787 Dreamliner.
A carga, composta sobretudo por medicamentos, destinou-se ao maior Hospital etíope e foi, como já se aludiu, trasnportada a bordo de um Dreamliner, justamente o terceiro já a operar pela EA, de um lote de 10 aeronaves encomendadas..
A Ethiopian Airlaines é um cliente fiel da Boeing e na sua frota dispõe de vários os aparelhos comerciais daquele gigante norte-americano da aviação, a saber: os Boeing 737, 757, 767, 777-200LR e agora o 787. Opera também nas versões "cargo" Boeing 777 e o 747.
Para além de ser um forte cliente, a companhia aérea etíope e a Boeing tem desenvolvido ativas parcerias no domínio do transporte de carga humanitária, destinada à Etiópia que bem dela necessita, em virtude dos seus problemas de guerra civil e também devido aos recorrentes e catastróficos períodos de seca.

Na imagem, um Boeing 767-300 da frota da Ethiopian Airlines a sobrevoar território africano.
Fonte: Boeing
Adaptação: Pássaro de Ferro/Porta de Embarque 04

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

LUCROS DA BOEING AUMENTAM NO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2012

O Boeing 737 continua a ser um campeão de vendas na aviação comercial.

A Boeing informou que no terceiro trimestre deste ano, os seus lucros revelaram-se melhores do que os analistas esperavam, exponenciados pelos fortes aumentos nas entregas de aeronaves. As previsões para o ano de 2012 foram também revistas em alta, mais uma vez.
A empresa de Chicago registou um aumento das encomendas e entregas de aviões comerciais e militares, com os ganhos crescentes nas receitas provenientes da crescente procura, sobretudo na aviação comercial.
Assim, no terceiro trimestre deste ano, a Boeing aumentou as suas vendas em 13 por cento, num montante de cerca 20 mil milhões de Dólares, em contraste com os 17,7 mil milhões dólares do ano anterior.
A Boeing informou que as vendas crescentes dos seus modelos comerciais mais antigos, o Boeing 737 e o Boeing 777, bem como as crescentes encomendas e entregas  dos novos Boeing 787 e Boeing 747-8 tem contribuído para estas boas performances.
Estes números atestam que o mercado da aviação, sobretudo a aviação civil, está numa posição bastante sólida e as empresas de aviação tem razões para encarar o futuro com algum otimismo.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

NOVAS CORES DA AMERICAN AIRLINES?

Boeing 777 da American Airlines, com o esquema "metalizado", feito quase lenda ao longo do tempo. Crédito na foto.
 
Nas redes sociais, está a ser "espalhada" a novidade que alude que a American Airlines vai implementar um novo esquema de cores nos seus aparelhos, a começar pelos Boeing 777.
A notícia, ao que consta, ainda não tem confirmação oficial.
Seja como for e a concretizar-se a mudança, o tradicional esquema em metalizado dos aviões da AA tem os dias contados.
Como sempre, para uns será uma perda, para outros, a natural evolução dos tempos e da estética aeronáutica.
É de prever, por isso e por parte das comunidades entusiastas, uma verdadeira corrida aos aviões daquela companhia, seja para tentar apanhar o(s) primeiro(s) como o novo esquema, seja para ir guardando o esquema ainda vigente, digamos, e que, ao que parece, tem os dias contados.
Vamos esperar para ver.
Antevisão, daquele que se supõe vir a ser o novo "look" dos aviões da AA, aqui aplicado do Boeing 777/300.


sábado, 9 de junho de 2012

ANGOLA BY NIGHT





O primeiro "triple seven" da TAAG que tive oportunidade de ver foi no Porto, uma vez que calhou passar perto do aeroporto pouco depois da "magic hour". A sequência de descolagem deixa perceber como já era quase noite fechada, à excepção da zona diretamente na apontada a poente.
Esta é uma das três ligações semanais que as Linhas Aéreas Angolanas mantêm atualmente entre a cidade invicta e Luanda.

D2-TED -TAAG- Angola Airlines Boeing 777 2M2/ER

domingo, 30 de outubro de 2011

TRIPLE SEVEN

Se há avião de grande porte de que sou fã, o Boeing 777 - "Triple Seven" é O avião!
Infelizmente, nunca voei nem estive perto de um, pese embora já tenha visto alguns exemplares angolanos em Lisboa, sempre a uma distância que não permite a perceção real da majestosidade do avião.
Estes aviões, bi-reatores, são os maiores do mundo na sua categoria e aliam, definitivamente, a estética ao conceito para o qual foram concebidos.

A sua mais notória característica são os dois enormes reatores que os equipam e que lhes conferem uma imagem poderosa. Com os seus mais de 3,2 metros de diâmetro, estes motores são os maiores e mais poderosos do mundo e asseguram ao 777 um estatuto de liderança no segmento dos aviões de longo curso equipado com 2 motores.






 Créditos nas fotos.

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