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quarta-feira, 12 de março de 2014

TAP COM LUCROS PELO QUINTO ANO CONSECUTIVO


Com um lucro de 34 milhões de euros em 2013, que corresponde a uma melhoria de 42 por cento face a 2012, a TAP, S. A. alcança resultados positivos pelo quinto ano consecutivo.

Em 2013, a dívida líquida da TAP foi reduzida de 791 milhões de euros para 585 milhões, passando de 32 por cento do total das receitas para 24 por cento. A dívida total, que atingiu em 2008 o seu valor mais elevado com 1.270 milhões continuou a descer, atingindo no final d ano passado 842 milhões de euros, ou seja menos 428 milhões de euros.

A obtenção de um resultado líquido positivo, pelo quinto ano consecutivo, beneficiou do crescimento da companhia, a qual transportou mais 517 mil passageiros, atingindo um recorde de 10.7 milhões de passageiros transportados no ano passado.

Durante o ano de 2013, a TAP manteve a oferta (PK0) aos níveis de 2012, enquanto a procura (PKU) teve uma melhoria de 3,4 por cento, traduzindo, em consequência, uma assinalável melhoria da taxa de ocupação dos aviões, que passou de 76,8 por cento para 79,4 por cento, ou seja, mais 2,6 pontos percentuais.

O total das receitas no exercício de 2013 ascendeu a 2.480 milhões de euros, destacando-se que as receitas de passagens atingiram 2.217 milhões de euros, mais cinco por cento do que os 2.113 registados em 2012.

Os custos de exploração situaram-se em 2.264 milhões de euros, mais 2 por cento do que os 2.226 milhões verificados em 2012.

Os resultados positivos espelham o esforço continuado das vendas da companhia, em especial nos mercados internacionais, e a melhoria de eficiência, obtida através de ganhos de produtividade e da diminuição dos consumos. Merece destaque especial o empenho dos trabalhadores da Companhia.

Com estes resultados, a TAP reforçou o seu contributo para a economia nacional, refletido no domínio das exportações e no crescimento do turismo.

Em 2014, a TAP vai acrescentar seis aeronaves à sua frota, o que lhe permitirá abrir dez novos destinos – Belém, Manaus, Bogotá, Panamá, Nantes, Gotemburgo, Belgrado, Hanôver, Talim e São Petersburgo – e reforçar outros, o que, representando um aumento da oferta de 8 por cento, constitui o maior aumento de sempre num único ano.

Fonte: TAP

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

TAP CRESCE ACIMA DA MÉDIA



A TAP cresceu acima da média das outras companhias que integram a Associação Internacional de Transporte Aéreo. Em junho, a TAP apresentou um crescimento de 7,1 por cento, superando a média em mais de um ponto percentual. No primeiro semestre de 2013, a companhia aérea portuguesa transportou perto de cinco milhões de pessoas. Isso representa um aumento de 4,8 por cento face a igual período do ano passado.

Fonte: RTP

quinta-feira, 16 de maio de 2013

TAP APRESENTA RESULTADOS DE 2012 (M228 - 28PM/2013)



Empresa reduziu resultados negativos face a 2011. Contributo da TAP Manutenção e Engenharia Brasil continuou a ser muito negativo para os resultados do grupo
O grupo TAP  registou em 2012 um prejuízo de 42,2 milhões de euros, depois de no ano anterior ter obtido um resultado líquido negativo de 76,8 milhões de euros.
De acordo com o relatório anual da Parpública, divulgado esta terça-feira, "o ano de 2012 permitiu alguma recuperação da performance da empresa com a redução em cerca de 60% do prejuízo apurado, o qual se fixou em 30,8 milhões de euros, sendo que, para efeitos de consolidação o prejuízo considerado foi de 42,2 milhões, em resultado da inclusão do acréscimo de gastos com pessoal associado ao subsídio de férias".
A melhoria dos resultados do grupo, refere a "holding" estatal, sentiu-se ao nível dos principais negócios: o transporte aéreo, que representa 80% do total do volume de negócios do Grupo TAP, e a manutenção. Esses negócios são prosseguidos essencialmente pela TAP, SA, empresa que apresentou um lucro de 21,4 milhões euros, acima dos 3,1 milhões registados em 2011, mas ainda distante dos 59,2 milhões alcançados em 2010.
Os gastos com combustível aumentaram em 2012 cerca de 100 milhões de euros (mais 13%) face ao ano anterior, ultrapassando os 811 milhões, uma crescimento que está associado ao aumento do preço do "jet fuel" e à valorização do euro.
Os gastos com combustível "representam actualmente, relativamente aos valores consolidados de todas as actividades do grupo TAP, 30% do volume de negócios, 50% do fornecimento de serviços externos e 150% dos gastos com pessoal", refere o relatório.
No documento, é ainda referido, no quadro dos negócios da TAP, SA, o aumento de 25,2% das receitas obtidas com a prestação de serviços de manutenção a terceiros, as quais ascenderam a 114 milhões de euros. Relativamente a estes negócios - transporte aéreo e manutenção - a Parpública salienta ainda que se registou em 2012 uma redução do quadro de pessoal de 161 trabalhadores (1,4%) em 2012.
O negócios no Brasil continuam a ter um contributo fortemente negativo para os resultados do grupo, tendo a TAP-Manutenção e Engenharia Brasil gerado um prejuízo de 50,2 milhões de euros, uma melhoria face aos 62,7 milhões registados em 2011.
"A evolução ocorrida em 2012 não pode surpreender na sequência do que há anos vem sendo afirmado sobre a necessidade urgente de reduzir o peso dos capitais alheios no balanço, situação que condiciona de forma muito negativa o desempenho financeiro do grupo", refere a Parpública. A "holding" acrescenta ainda que, "apesar da evolução positiva ao nível dos negócios, os resultados líquidos permanecem negativos e os capitais próprios em queda, levando a que no final do exercício de 2012 o capital próprio do grupo TAP fosse nega tivo, situando-se muito próximo dos 390 milhões de euros, ou seja, menos 38 milhões (cerca de 11%) do que o valor registado no ano anterior (-351 milhões).
O endividamento do grupo TAP - incluindo os empréstimos bancários e as responsabilidades por locação financeira - registou no exercício uma redução de quase 200 milhões de euros, tendo passado de 1.230,9 milhões para 1.034,1 milhões. "Esta redução foi possível na medida em que o serviço da dívida, bem como os investimentos, foram financiados, no essencial, por recursos próprios, o que explica também a redução das disponibilidades de caixa, que caíram 82 milhões de euros, não tendo sido significativa em 2012 a contratação de novas operações de financiamento junto do mercado", diz o mesmo documento.
Ainda este ano o Governo quer  relançar o processo de reprivatização da TAP, depois de no final do ano passado ter rejeitado a proposta de German Efromovih.


Fonte: Jornal de Negócios


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

TAP ANUNCIA LUCROS DE 2012 (M189 - 10PM/2013)


Em conferência de imprensa na tarde de hoje 26 de fevereiro de 2013, a TAP Portugal, anunciou os resultados financeiros com respeito ao exercício de 2012, do qual sobressai o lucro obtido na ordem dos 16M EUR, portanto 3,1M EUR superior ao resultado de 2011.
Tendo em conta o sempre preocupante aumento de preço dos combustíveis, bem como o período conturbado a nível interno, traduzido nalgumas greves durante 2012, pode considerar-se o resultado muito bom, devendo-se em grande parte à expansão que permitiu à transportadora aérea nacional movimentar mais 4,5% de passageiros que no ano anterior, para um total de cerca de 10,2M de passageiros.


AIR FRANCE-KLM REDUZ PERDAS OPERACIONAIS (M188 - 09PM/2013)


A companhia aérea Air France-KLM conseguiu reduzir os prejuízos anuais operacionais durante o exercício de 2012, conseguindo melhorar as previsões dos analistas. 
Causa direta dos valores obtidos terá sido a reestruturação realizada durante o ultimo ano, que envolveu o despedimento de mais de 3300 funcionários.
Ainda assim, a companhia aérea que agrega as antigas transportadoras de bandeira de França e Países Baixos, concluiu o ano transato com prejuízos na ordem dos 1119M EUR.


Este resultado representa um acréscimo relativamente a 2011, quando os prejuízos se situaram nos 809M EUR. As razões deste aumento, estão igualmente relacionadas com os custos inerentes à reestruturação (cerca de 477M EUR), bem como à inflação do preço dos combustíveis.
O presidente da empresa, tem ainda em marcha um plano adicional de reestruturação, que significará a eliminação de mais 5000 postos de trabalho em França e 1300 nos Países Baixos.


Fonte: Jornal de Negócios
Adaptação: Pássaro de Ferro


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