sábado, 24 de janeiro de 2015

AMEAÇA DE BOMBA EM DOIS AVIÕES NOS EUA

Boeing 737 da Delta         Foto: Delta 

Num dos casos, tudo terá tido início num tweet de alguém que se questionava em que avião teria deixado um engenho explosivo.
Dois aviões foram obrigados a aterrar de emergência no aeroporto internacional de Atlanta, nos Estados Unidos.
Ameaças de bomba a bordo, julgadas credíveis pelas autoridades norte-americanas, forçaram a activação de um plano de emergência.
Aviões de combate acompanharam os dois aparelhos, um da Delta e outro da Southwest Airlines, até ao momento da aterragem em Atlanta.

Os passageiros já foram retirados de pelo menos uma das aeronaves, um Boeing 737 da Delta. O avião está a ser passado a pente fino pelas autoridades.
Nas redes sociais, já surgiu o tweet que terá provocado o incidente com um dos aparelhos.
Alguém o enviou para a conta do serviço de assistência da Delta, com a seguinte mensagem:"Coloquei uma bomba num dos vossos aviões, mas esqueci-me qual quando saí do aeroporto. Podem ajudar-me a encontrá-la?".

Fonte: TSF

domingo, 11 de janeiro de 2015

BOEING 777 QUASE A VELOCIDADE SUPERSÓNICA

Boeing 777-200    Foto: British Airways

Os fortes ventos de jetstream que se vêm fazendo sentir no Atlântico Norte têm proporcionado velocidades fora do normal para aeronaves comerciais.
Hoje por exemplo, um Boeing 777-200 da British Airways realizou a ligação entre Nova Iorque e Londres em apenas 5 horas e 16 minutos, tendo batido o recorde para aeronaves subsónicas naquele trajeto. 

O 777 do voo BA 114 chegou a atingir velocidades de 745 mph (cerca de 1190km/h), com a ajuda de ventos de até 200 mhp (320 km/h), tendo chegado cerca de uma hora e meia adiantado relativamente ao horário.

O fenómeno de jetstream é amplamente conhecido no mundo da aviação e consiste de ventos que sopram de oeste para leste, com especial incidência nas altitudes entre os 23.000 e 39.000 pés, onde se realizam a maior parte dos voos comerciais. Estes ventos são causados por uma conjugação de factores, como a rotação da Terra e o aquecimento solar. A intensidade dos últimos dias é explicada pelo choque entre massas de ar quente e ar frio sobre os EUA. 




terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A PRIVATIZAÇÃO E AS GREVES NA TAP



Transcrevemos a edição de hoje de "Macroscópio", do jornal online "O Observador", num trabalho do jornalista José Manuel Fernandes.
É uma matéria que se reveste de importância estratégica e quase vital, para uma das empresas mais importantes deste país.
As opiniões coligidas talvez ajudem a lançar alguma luz sobre este delicado assunto.
_____
Macroscópio 

«Paulo Ferreira tinha hoje um título sugestivo no seu artigo no Diário Económico: TAP, a mais longa privatização da História. Assim parece ser de facto. O primeiro anúncio de uma privatização data de 1991, há 23 anos, ainda era Cavaco Silva primeiro-ministro. O processo esteve bastante adiantado com António Guterres e João Cravinho, quando a TAP quase foi engolida pela Swissair, e nunca deixou de ser falado até que a privatização foi incluída no memorando de entendimento com a troika, tentada em 2012 sem que o Governo tivesse achado que o parceiro merecia confiança, e está de novo em cima da mesa. Com ela chega uma greve inapelável.

Antes de vos referir os argumentos que têm estado em cima da mesa, gostava de regressar ao texto de Paulo Ferreira pois nele conta-se uma história reveladora sobre a forma como em tempos funcionava a transportadora aérea nacional. Tudo aconteceu quando aquele jornalista e Sérgio Figueiredo propuseram à TAP que distribuísse a todos os passageiros de classe executiva um exemplar do jornal que então dirigiam, o Jornal de Negócios, e que eles próprios estavam a oferecer sem encargos para a companhia. Foi a seguinte a resposta do administrador desse tempo:
Ferreira Lima ouviu, gostou da ideia mas, lamentou, não podia aceitar. Explicou porquê. Colocar um jornal em cada um dos assentos da classe executiva - serão 15 ou 20 por avião? - antes da entrada dos passageiros seria uma rotina nova para o pessoal de cabine, não prevista na lista de tarefas que constava dos acordos da empresa. Para que os trabalhadores passassem a desempenhá-la a administração teria de abrir negociações laborais e atrás desse outros temas seriam colocados em cima da mesa pelos sindicatos, como contrapartida. Era abrir uma caixa de Pandora numa empresa que vivia em permanente convulsão laboral. Uma insignificância que não ocuparia mais de um minuto a um elemento da tripulação era, por isso, impraticável.
Esses tempos passaram, mas o poder dos sindicatos dentro da TAP está de novo em cima da mesa no actual braço-de-ferro. Não são poucos os que entendem que esse poder é excessivo e o seu foco deslocado. Vejamos alguns exemplos:

  • Vital Moreira, no Diário Económico: “Sob o ponto de vista do controlo empresarial, a TAP constitui desde há muito uma espécie de condomínio entre o Estado e os sindicatos da empresa, que exercem um eficaz poder de veto na gestão da empresa.
  • André Veríssimo, no Jornal de Negócios: “O sector dos transportes é particularmente propenso à realização de greves porque está investido de um poder que outros não têm, que advém do facto de prestar um serviço público indispensável e difícil de substituir. O que os sindicatos ainda não perceberam, ou fingem não perceber, é que a paciência dos portugueses se está a esgotar.”
  • Luís Rosa, no Jornal i: “Por mais incrível que pareça é isso que os 12 sindicatos da TAP estão a fazer. Noutras palavras: Puro suicídio laboral. Isto é, preferem ficar sem emprego a ter accionistas privados que injectem o dinheiro necessário (cerca de 500 milhões de euros) para a companhia aérea se transformar numa empresa segura para os seus trabalhadores. É o estado do sindicalismo actual.
  • Martim Avillez Figueiredo, no Expresso: “Talvez já muitos tenham esquecido que viajar de avião, há pouco mais de vinte anos, era um luxo, o que não impediu as chamadas companhias de bandeira de manterem os preços altos, mesmo apesar de levantarem voo com grande parte das cadeiras vazias. Na época, as tripulações ganhavam os mesmos salários e o modelo de negócio insistia na ideia de que os consumidores valorizavam mais a existência de pessoal de cabina a distribuir comida e bebidas do que uma redução generalizada no preço das tarifas. Nenhum sindicato, nessa altura, se insurgiu contra esse absurdo: voar sem passageiros?”


Eu próprio, em “António Costa, a TAP e as caravelas do século XXI”, defendi a ideia de que, desta vez, “os sindicatos da TAP estão a fazer um favor a todos quantos defendem a privatização da empresa. Greve atrás de greve, levam os cidadãos a sentirem-se exasperados. Como utentes e, também, como accionistas – mais exactamente como contribuintes accionistas, pois a TAP ainda é uma empresa pública.” Mas o ponto central desse meu texto é a defesa da privatização – uma privatização que terá sempre de ser muito cuidadosa. Eis um dos argumentos:
Acresce a todos estes argumentos que a TAP necessita de investimentos, e que é complicado, moroso, porventura impossível encontrar formas de esse investimento ser feito pelo Estado devido às regras europeias da concorrência – isto para além de que o Estado necessita é de dinheiro, não de mais dívida. É também por isso que a TAP tem mais hipóteses de sobreviver sendo privatizada. Em contrapartida, estará quase de certeza condenada a ser uma nova Allitalia ou uma nova Swissair se se mantiver pública – é uma questão de tempo e de mais algumas greves.
A ideia de que privatização não será o fim do mundo também sustenta a argumentação de Henrique Monteiro, no Expresso, em “Tap: uma greve a favor de quem?”:
Eu quero uma companhia que voe para determinados locais diretamente, sem ter de ir a outro aeroporto e que sirva os portugueses e a sua comunidade. Pode ser com esta ou outra bandeira, basta ver que os nórdicos Dinamarca, Suécia e Noruega têm a SAS e dão-se bem com isso. Ao contrário, por cá, quando chegou Fernando Pinto, só pelo facto de ser brasileiro foi contestado. Quando se falou numa fusão com a Ibéria (que faria sentido) invocámos Aljubarrota. E agora que se fala de privatização para-se quatro dias! 
Num terreno bem distinto se colocaram as vozes contra a privatização, ou em apoio da greve. Vejamos algumas delas:

  • Mário Soares, no Diário de Notícias (sem link): "Os funcionários da TAP - e muito bem - declararam fazer uma greve. Esta é uma greve patriótica e por isso admiro a coragem dos que a fazem, conscientes do que podem sofrer os portugueses que vivem no estrangeiro e que querem ao menos passar o Natal com as famílias em Portugal.”
  • Daniel Oliveira, no Expresso: “O problema é a impossibilidade (…) do Estado injetar dinheiro na TAP? Lute-se, na Europa, contra uma regra que não tem qualquer sentido que não seja a de estipular, como convicção ideológica, que os Estados não têm o direito soberano de ter empresas suas e de garantir a sua saúde financeira. Que a concorrência é um valor absoluto, acima do interesse público.”
  • Pedro Sousa Carvalho, no Público: “Os portugueses têm uma relação afectiva, emocional e até de orgulho na TAP, quer durante a ditadura, quer na democracia. Quer no tempo dos Super-Constellation, quer agora com os A340. E têm uma imagem de empresa competente e das mais seguras do mundo. Talvez este seja o maior capital da empresa. Longe de ser perfeita, e ainda com alguns tiques de monopolista, a TAP é um património do país que não deve ser entregue ao primeiro Frank Lorenzo que nos passar um cheque.”
  • Miguel Sousa Tavares disse na SIC que era a favor da greve e de "qualquer medida que se possa tomar contra a privatização da TAP". Isto porque "não vi até hoje uma única razão sólida para a privatização da TAP - nem neste governo, nem nos anteriores. O que tenho visto é uma estratégia que parece conduzir à liquidação da TAP."


Com uma greve de quatro dias marcada para um dos períodos mais sensíveis do ano, este tema continuará a suscitar muita controvérsia. Talvez voltemos a ele.»



Fonte: O Observador/José Manuel Fernandes

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

BOEING EFETUA PRIMEIRO VOO COM "GREEN DIESEL" COMO BIOCOMBUSTÍVEL DE AVIAÇÃO

O Boeing 787 "Eco" descola com a mistura inovadora, usada pela primeira vez em aviação. Foto: Boeing

Ontem, dia 3 de dezembro de 2014, em Seatlte - EUA, a Boeing completou o primeiro vôo do mundo usando "diesel verde", um biocombustível sustentável que está amplamente disponível e utilizado no transporte terrestre. 
A empresa abasteceu o seu "eco-demonstrador" Boeing 787, para efetuar um teste de voo no referido avião, com uma mistura de 15 % de "diesel verde" e 85 % de combustível para aviação a jato  no motor esquerdo. 

 Abastecimento da aeronave. Foto: Boeing.

"O diesel verde" oferece uma grande oportunidade para fazer biocombustível de aviaçã, de forma  sustentável, mais disponível e mais acessível para os nossos clientes", disse Julie Felgar, diretor da Estratégia Ambiental e Integração da Boeing Commercial Airplanes. 
"Vamos fornecer dados de vários voos no 'Eco-Demonstrator' para apoiar os esforços para aprovar este combustível para a aviação comercial e ajudar a cumprir as metas ambientais da nossa indústria."


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

AIRBUS A350 OBTÉM CERTIFICAÇÃO


O A350 XWB recebeu a certificação das autoridades aeronáuticas americanas e europeias. 
Em pouco mais de 14 meses, a Airbus executou um dos mais difíceis e intensos programas de teste já desenvolvidos em torno de uma aeronave e foi recompensada por seus esforços quando o A350-900 recebeu a Certificação Tipo da EASA e FAA, abrindo o caminho para o lançamento comercial da aeronave com a Qatar Airways. 
Como Fabrice Brégier, presidente e CEO da Airbus, disse: "O A350-900 está agora pronto para voar do ninho e ser apreciado por companhias aéreas e passageiros."
Recorde-se que a TAP tem prevista a aquisição de aeronaves A350, com vista à renovação da sua frota de longo curso.

domingo, 23 de novembro de 2014

TAP VENDE UM A340 PARA OBTER LIQUIDEZ

Airbus A340

A operação é uma das soluções encontradas pela companhia para aguentar o processo de privatização e, a situação não é confortável. Por isso, no início de novembro, dias antes do anúncio de relançamento da venda da TAP, a administração reuniu com o Governo para apresentar soluções, confirmou fonte governamental ao Expresso. Objetivo: criar uma almofada de liquidez que permita à empresa aguentar o processo de privatização, já que, de um modo geral, o financiamento costuma ser mais limitado no período em que decorre este tipo de operações - os bancos preferem "esperar para ver" o que acontecerá ao negócio.

Uma das soluções que a TAP está a negociar para melhorar a sua tesouraria é a venda do A340, para lhe ser alugado de volta, através de uma operação de sale and leaseback. A administração da empresa equaciona, assim, a alienação de ativos (há outros na calha) que lhe permita ter garantias em termos bancários.

São soluções que a companhia e o Governo esperam servir para enfrentar os meses de "época baixa" no sector, com menores possibilidades de financiamento (consequência do processo de privatização em curso) e uma tesouraria que se deteriorou nos últimos meses.

A TAP não revela o estado atual da sua tesouraria, mas fonte oficial reconhece que "há meses do ano menos folgados de tesouraria do que outros devido ao caráter sazonal da nossa operação, situação que este ano é ainda influenciada pela dificuldade de transferência de receitas de alguns mercados".

O Governo da Venezuela, por exemplo, tem 100M EUR retidos, segundo o jornal "Público", provenientes da venda de bilhetes de avião. Mas não é o único. A TAP confirma que a retenção destes pagamentos já ascende a 130M EUR, que têm estado dispersos, ao que o Expresso apurou, por países da América do Sul e de África, nomeadamente Angola.

Impacto da operação de verão
A situação agravou-se também devido ao acréscimo de custos com a operação de verão. Só durante o mês de junho, segundo as contas feitas pelo Expresso, a TAP tinha gasto mais de 2,5M EUR com fretamentos. Logo a seguir, na primeira quinzena de julho, a companhia operou 214 voos em fretamento (tinha fretado 136 no primeiro semestre do ano). Mais tarde, em setembro, ainda operou cerca de 200 voos com aviões fretados.

Ao mesmo tempo, foi atrasando e cancelando voos. Na altura, o presidente executivo da companhia, em carta aos trabalhadores, dava conta de 468 voos cancelados entre 1 de junho e 30 de julho, quase o dobro dos 250 voos que tinha cancelado no primeiro semestre. Durante o verão, houve por isso um aumento do número de pedidos de indemnizações relativamente aos atrasos e cancelamentos nas ligações da TAP.

Questionada sobre o impacto da operação de verão (custo dos fretamentos e das indemnizações a pagar aos passageiros), fonte oficial da TAP responde: "Não está feito um levantamento exato sobre as consequências das irregularidades operacionais havidas". Mas acrescenta: "Na operação de uma companhia de aviação há sempre inúmeros fatores, negativos ou positivos, que no final do ano vão ter expressão nos resultados. Por exemplo, os três dias de greve verificados nos últimos meses tiveram um impacto de magnitude de expressão muito significativa". A TAP estima que o prejuízo de cada um dos dias de greve ronde os 5M EUR.

Ainda esta semana, Fernando Pinto revelou mais um dispêndio de tesouraria. A companhia liquidou cerca de 70M EUR da dívida para com o Estado brasileiro, relativa à TAP Manutenção & Engenharia Brasil, retirando 20M EUR à tesouraria do grupo TAP.

Do lado dos investimentos, as decisões que possam interferir no valor da privatização ficaram congeladas. A intenção de Fernando Pinto em "acelerar o processo de substituição da frota da Portugália (PGA)" caiu, assim, por terra. Esta semana, o gestor anunciou que esses planos foram adiados para depois da venda da TAP. "O processo de renovação da frota da PGA foi alterado porque nós sentimos que iríamos ter um problema semelhante ao que tivemos com a TAP se renovássemos no curto prazo", afirmou Fernando Pinto.

Fonte: Expresso

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

TAAG TRANSPORTA PASSAGEIROS PARA CIDADE DO CABO POR ENGANO



A rádio Luanda, anunciou na manha desta quinta-feira  (20/11) que  alguns passageiros da transportadora TAAG que viajariam  para a cidade do Lubango, no voo marcado para  quarta-feira (19) foram levados, por engano,  para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

Segundo explicações  o incidente deveu -se a um engano do motorista do autocarro que levou os passageiros até ao avião.  O motorista, ao invés de deixar os passageiros no avião com destino ao Lubango, levo-os para uma aeronave idêntica  que se preparava para seguir  para a Cidade do Cabo, na mesma hora.

Os passageiros deram conta que estavam no avião errado, duas horas depois da descolagem. Sabe-se que a transportadora de bandeira nacional angolana assumiu  a responsabilidade  de acolher os mesmos e trazê-los de volta a Luanda, afim de seguirem para o Lubango, no voo marcado para o dia 20 de Novembro.

Fonte: Club K
Adaptação: Pássaro de Ferro

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

GOVERNO AVANÇA PARA PRIVATIZAÇÃO DE 66% DA TAP

«O Conselho de Ministros decidiu hoje relançar o processo de privatização da TAP, a segunda tentativa para passar a operadora aérea para os privados. Fica à venda 66% do capital da empresa.


O Conselho de Ministros decidiu esta quinta-feira lançar o processo de privatização da TAP, depois de várias semanas de negociações do modelo a seguir, feita ao mais alto nível da coligação e do Governo.
Depois de o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, ter preparado uma proposta de venda de 100% do capital da empresa, o CDS deu sinal de preferir um modelo mais resguardado, possivelmente de uma venda de apenas 49% da empresa. Foram ponderadas depois várias hipóteses, entre Passos Coelho, Paulo Portas, Maria Luís Albuquerque e António Pires de Lima. A versão final ficou numa privatização de uma parcela até 66% da TAP SGPS, 61% através de uma venda direta a um ou mais investidores e 5% reservados para os trabalhadores do grupo TAP, disse Sério Monteiro.
Haverá uma “opção de venda do restante capital”, 34% da empresa, que o operador que vença pode exercer nos dois anos subsequentes, se forem cumpridas as condições do caderno de encargos”, explicou ainda o governante. E também obrigações de serviço público, determinadas no caderno de encargos que será divulgado pelo Governo, incluindo de servir a competitividade do país e as zonas do mundo com mais portugueses, assim como a garantia de uma capitalização “para crescer”.
Esta é a segunda tentativa deste Governo de avançar com a passagem da TAP para mãos privadas. A primeira acabou por cair, depois do único candidato ter falhado na apresentação de garantias antes da data determinada pelo Governo. Nessa altura, Maria Luís Albuquerque e Sérgio Monteiro garantiram que a privatização voltaria à mesa do Governo – “idealmente em 2013″.
O processo, porém, atrasou-se. E foi só recentemente retomado, com o ministro da Economia a garantir que ou avançava este ano, ou ficaria para o próximo Governo. Nos últimos meses apareceram já vários interessados na companhia aérea portuguesa. A Air Europa, companhia aérea espanhola, os empresários Pais do Amaral e Frank Lorenzo (numa operação conjunta), também o empresário brasileiro David Neeleman, através da Azul, e Gérman Efromovich, que detém a Avianca.
Por legislação comunitária, o Estado português está impedido de injetar dinheiro na companhia, o que tem limitado as operações de investimento da companhia.
O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, afirmou esta quinta-feira no final da reunião de Conselho de Ministros que o objetivo do Governo “não é nem pouco mais ou menos o encaixe financeiro”, que, a haver, será “pequeno”. Disse ainda ser “prematuro especular sobre timings” e que espera que a situação agora seja “diferente” da de 2012 e que decorra “num ambiente competitivo”. Nessa altura, em que o Estado estava a vender 100% da empresa, o único interessado foi German Efromovich.
O Governo não revelou ainda a composição da comissão de acompanhamento deste processo de privatização, considerando que isso será feito mais perto do lançamento da operação.»

Fonte/Notícia: O Observador/David Dinis

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

DIÁLOGOS (IM)PROVÁVEIS EM AVIAÇÃO

Por vezes somos levados apensar que as comunicações entre as aeronaves e o Controle de Tráfego Aéreo estão cheias de formalidades, de linguagem quase "encriptada" e nem sempre compreensível ao "comum mortal".
Contudo, não há regra sem exceção e os seguintes diálogos atestam-no de forma, no mínimo, humorada.
Embora fique a pairar a dúvida sobre a veracidade destas "conversas", não resistimos a publicá-las, quanto mais não seja para perceber - a não serem verdadeiras - quão longe vai a criatividade humana nesta matéria.
 
 
E ainda...

Fonte: tickld.com
Adaptação: Pássaro de Ferro 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

TAP EM CODE SHARE COM A BRASILEIRA GOL


«A TAP Portugal, a companhia aérea portuguesa que lidera a operação entre a Europa e o Brasil, e a companhia brasileira GOL Linhas Aéreas Inteligentes, a maior companhia aérea de baixo custo e melhor tarifa da América Latina, dão início à sua parceria comercial com a operação de voos em code-share, que se traduzirá na oferta de serviços mais convenientes aos Clientes das duas companhias.
Nesta fase, a TAP passa a  oferecer múltiplas opções de voos para diversas cidades brasileiras, ao colocar o seu código em voos da rede doméstica da GOL, que compreendem ligações entre destinos já servidos pela TAP no Brasil, como sejam, por exemplo, voos entre Brasília e S. Paulo, entre o Rio e S. Paulo ou o Rio e Salvador, entre outros. Além destes, a TAP passa, a partir de agora, a oferecer também aos seus Clientes um conjunto significativo de novos destinos, tais como, Teresina, Aracaju, Curitiba, Florianópolis, Iguaçu, João Pessoa, São Luiz, Goiânia, Maceió, Porto Seguro, Vitória e Campina Grande, estando previsto que, no futuro, esta cooperação se alargue a 29 destinos no interior do Brasil, na totalidade.
Atualmente, a TAP disponibiliza voos diretos de Portugal, com 81 frequências semanais, para 12 destinos no Brasil: Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Porto Alegre, Manaus e Belém. Com a implementação deste acordo de code-share, a rede da companhia no Brasil passa  a dispor de um acesso alargado a uma diversidade de destinos no Brasil comercializados com o seu próprio código.   A rede da GOL integra um total de 69 destinos, dos quais 15 internacionais, na América do Sul, nas Caraíbas e Estados Unidos.
Paralelamente, ambas as empresas continuam a trabalhar com vista a possibilitar a interligação dos respetivos Programas de Fidelização, o Victoria da TAP e o Smiles da GOL,  num futuro próximo, o que criará múltiplas opções de acumulação e utilização de milhas nas redes de serviços das duas companhias aéreas.

Boeing 737 da GOL. Autor não identificado.

A TAP acredita que a implementação deste acordo de code-share com a GOL virá permitir-lhe corresponder cada vez melhor às expectativas dos seus Clientes no mercado brasileiro, cuja importância, no âmbito da sua Rede, tem crescido consistentemente ao longo dos anos.»

Fonte: DNMadeira

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