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quarta-feira, 23 de abril de 2014

O QUE (NÃO) SE DEVE DIZER AOS PASSAGEIROS? - Parte I


Uma frase de um piloto da Monarch lançou o debate sobre que tipo de informação deve ser dada aos passageiros quando alguma coisa corre ma durante um voo.
A história começa quando, na semana passada, um piloto da britânica Monarch disse aos seus passageiros, quando descolaram das Caraíbas, que um problema poderia tê-los levado «a uma sepultura de água».
Os turistas foram retirados do avião que partia de Tobago, mas só chegaram a Londres três dias depois.
A seguir, a Monarch disse que ia investigar a falha e também o comportamento do piloto, lembrando que incentiva os seus pilotos «a fornecer atualizações regulares e abertas aos nossos clientes» e que terá havido uma escolha infeliz das palavras por parte do piloto.
Agora discute-se na Grã-Bretanha que tipo de informação deve ser dada aos passageiros, quando alguma coisa corre mal.


Fonte: TSF
Adaptação: Pássaro de Ferro

domingo, 3 de abril de 2011

VOAR

Esta terá sido uma das primeiras imagens  da Madeira que tive, há 20 anos atrás, a bordo de um velhinho Boeing 737-200, aquando meu "baptismo de voo".
20 anos depois, a imagem acima regista mais um regresso, dessa vez a bordo de um A-330 da TAP, em Janeiro passado.
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Por ter feito há pouco 20 anos sobre essa data tão marcante, retomo o tema, desta feita neste espaço mais dedicado à aviação civil.
Volvidos estes anos todos, posso falar numa espécie de "currículo" de voo, isto é, dei por mim a contar os voos que já fiz e as respectivas aeronaves onde voei.
Ora bem, a história reza assim:
- Boeing 737-200 (TAP);
- Boeing 737-300 (TAP)
- Lockheed L-1011 Tristar (TAP)
- Airbus A-330 (TAP)
- Airbus A-321 (TAP)
- Airbus A-320 (TAP, SATA e Air Luxor)
- Airbus A-319 (TAP e Easy Jet)
Tanto quanto a memória carrega, umas 25 a 30 viagens, a maioria delas Lisboa-Funchal-Lisboa, mas também Zurique, Porto e Ponta Delgada.
Voar, portanto, já é banal.
Mas é quase sempre como se fosse a primeira vez!

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