![]() |
| Aeroporto Amílcar Cabral na ilha do Sal - Cabo Verde |
Os aeroportos da Cidade da Praia, Sal e Boavista vão sofrer obras de renovação e de ampliação das respetivas pistas e gares, afirmou hoje o presidente da empresa Aeroportos e Segurança Aérea (ASA) de Cabo Verde.
Em declarações à Rádio de Cabo Verde (RCV), Mário Paixão salientou que a ASA, que cumpre este ano o 50.º aniversário da sua fundação, está também a negociar a venda dos serviços de "handling" à companhia aérea de bandeira TACV, operação que deverá estar concluída no segundo trimestre deste ano, "provavelmente em maio".
Ainda sem previsão para o aumento do comprimento da pista, Mário Paixão indicou que o aeroporto internacional da Praia Nelson Mandela vai sofrer "algumas adequações", como as ampliações do terminal, que irá ocupar a área do atual parque de estacionamento e onde se situará a nova zona de "check-in".
"O aeroporto da Praia está a servir muito bem a capital, mas precisa de algumas adequações. Já foi lançado o concurso internacional e o projeto é financiado pelo BAD (Banco Africano de Desenvolvimento). O terminal será totalmente reconfigurado e vai haver um aumento de capacidade nas chegadas internacionais e domésticas e das zonas comerciais", indicou, adiantando que as obras serão adjudicadas ainda este ano.
Ainda no aeroporto praiense, a placa de estacionamento de aeronaves também será ampliada, acrescentou. Mário Paixão salientou que, no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, no Sal, será remodelada toda a zona de partidas e chegadas internacionais, reconfigurados os serviços de emigração e fronteiras e ampliados o terminal de partidas e toda a zona comercial.
Na ilha da Boavista, indicou, a área de passageiros do Aeroporto Internacional Aristides Pereira vai duplicar, o mesmo sucedendo ao número de balcões de "check-in", que passarão para 12, modernizado o sistema de recolha e tratamento de bagagens e reconfigurado o redirecionamento do fluxo de passageiros. Haverá ainda a construção de mais espaços comerciais e os terminais ampliados.
O presidente da ASA adiantou, por outro lado, que a empresa que gere os aeroportos em Cabo Verde está a negociar a venda dos serviços de "handling" aos TACV, o que poderá ficar concretizado já em maio. A particularidade, explicou, passa pelo facto de, mais tarde, a nova empresa, que se intitulará "Ground Handling" e cujo capital social será totalmente assegurado pelos TACV, voltará à ASA.
"A empresa será criada pela TACV, que deterá os 100% do capital social. A titularidade da nova empresa passará para a ASA como compensação de parte do elevado crédito que a ASA tem junto da TACV", afirmou Mário Paixão. "A ASA fará a consolidação no prazo de um ano, conforme orientações do Governo e, depois, deverá alienar uma percentagem do capital social a um parceiro com «know-how» e capacidade financeira", acrescentou, sem adiantar pormenores.
Sobre as estatísticas referentes a 2013, Mário Paixão indicou que se registaram mais de 40.000 movimentos de aeronave no espaço aéreo cabo-verdiano, permitindo ultrapassar a marca recorde de 10 milhões de passageiros, gerando receitas de 3,5 milhões de contos (31,7 milhões de euros).
"O aeroporto da Praia está a servir muito bem a capital, mas precisa de algumas adequações. Já foi lançado o concurso internacional e o projeto é financiado pelo BAD (Banco Africano de Desenvolvimento). O terminal será totalmente reconfigurado e vai haver um aumento de capacidade nas chegadas internacionais e domésticas e das zonas comerciais", indicou, adiantando que as obras serão adjudicadas ainda este ano.
Ainda no aeroporto praiense, a placa de estacionamento de aeronaves também será ampliada, acrescentou. Mário Paixão salientou que, no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, no Sal, será remodelada toda a zona de partidas e chegadas internacionais, reconfigurados os serviços de emigração e fronteiras e ampliados o terminal de partidas e toda a zona comercial.
Na ilha da Boavista, indicou, a área de passageiros do Aeroporto Internacional Aristides Pereira vai duplicar, o mesmo sucedendo ao número de balcões de "check-in", que passarão para 12, modernizado o sistema de recolha e tratamento de bagagens e reconfigurado o redirecionamento do fluxo de passageiros. Haverá ainda a construção de mais espaços comerciais e os terminais ampliados.
O presidente da ASA adiantou, por outro lado, que a empresa que gere os aeroportos em Cabo Verde está a negociar a venda dos serviços de "handling" aos TACV, o que poderá ficar concretizado já em maio. A particularidade, explicou, passa pelo facto de, mais tarde, a nova empresa, que se intitulará "Ground Handling" e cujo capital social será totalmente assegurado pelos TACV, voltará à ASA.
"A empresa será criada pela TACV, que deterá os 100% do capital social. A titularidade da nova empresa passará para a ASA como compensação de parte do elevado crédito que a ASA tem junto da TACV", afirmou Mário Paixão. "A ASA fará a consolidação no prazo de um ano, conforme orientações do Governo e, depois, deverá alienar uma percentagem do capital social a um parceiro com «know-how» e capacidade financeira", acrescentou, sem adiantar pormenores.
Sobre as estatísticas referentes a 2013, Mário Paixão indicou que se registaram mais de 40.000 movimentos de aeronave no espaço aéreo cabo-verdiano, permitindo ultrapassar a marca recorde de 10 milhões de passageiros, gerando receitas de 3,5 milhões de contos (31,7 milhões de euros).
Fonte: Notícias ao Minuto


16:38
Paulo Mata

