sábado, 12 de julho de 2014

PARA ONDE VAIS, TAP? (Atualizado 17:49h com comunicado da TAP)

 Screenshot do Flightradar24, reportando os problemas com o TP85.
 Crédito da imagem: Nuno Pires/Plane Spotters Portugal.


Hoje de manhã, registou-se mais um problema com um A330 da TAP (CS-TOO) que iniciava viagem de Lisboa para o Brasil/São Paulo.
Nas redes sociais refere-se um problema/falha num dos motores, o que obrigou a fuel dumping ao largo da costa para depois uma aterragem de emergência na pista 03 de Lisboa. Outras fontes "alegam" que houve uma "explosão" num dos motores da aeronave e que peças que se soltaram como resultado dessa "alegada" explosão terão danificado alguns veículos em Camarate. Sendo factos relativamente comuns em operações aéreas, produzem sempre um efeito negativo, sobretudo pela forma como por vezes são abordados.
Ainda assim, é um dado adquirido que estes "percalços" estão a avolumar-se, lançando preocupantes interrogações sobre a forma como a TAP está a gerir a sua boa imagem, construida ao longo de vários anos e que a (ainda) colocam em bom plano ante as suas congéneres.
Parece que nas últimas semanas, a imagem da companhia está a ser destruida, paulatinamente, uma vez que se sucedem atrasos, emergências de vária ordem e outros "imponderáveis", justificados quase sempre com o efeito que os atrasos na entrega dos (seis) novos aviões causam na restante frota que, pelo que se deduz, está a ser submetida a esforço suplementar. E, inclusivamente, já houve que recorrer a "aluguer" de aviões para acudir aos compromissos assumidos.
É sempre de esperar que os gestores da companhia saibam o que estão a fazer, mesmo quando tudo indica que se planearam voos muito para além da capacidade das asas da companhia, mas uma coisa é certa, a imagem da TAP está a degradar-se de forma que pode ser irreversível e tremendamente nociva para o seu futuro. E à esquina, espreita a "privatização"...

Nota: Este texto contém partes opinativas que apenas vinculam o seu autor.

Adenda (17:49h):
«ESCLARECIMENTO SOBRE OCORRÊNCIA COM AVIÃO TAPQUE VOAVA PARA SÃO PAULO ESTA MANHÃ

A TAP informa que o voo TP 085, que operava esta manhã de Lisboa para São Paulo, tendo saído de Lisboa pelas 10h10, teve de regressar ao aeroporto de Lisboa pouco tempo após a descolagem, em virtude de ter ocorrido uma falha numa turbina de um dos reatores do avião. A aterragem em Lisboa decorreu com toda a segurança.
Neste momento, está previsto que os 268 passageiros sigam viagem rumo a São Paulo noutro avião da companhia, com partida cerca das 17h15.
O reator em causa faz parte de um conjunto cuja manutenção está a cargo do fabricante, a General Electric, não tendo até ao momento da descolagem de hoje sido detetado qualquer sinal que justificasse uma intervenção para além das inspeções de rotina.
Estão já a decorrer investigações por parte do fabricante, acompanhadas pela Manutenção & Engenharia da TAP, com o objetivo de determinar as causas da ocorrência.
A avaria referida provocou um ruído fora do normal, embora não tenha havido qualquer explosão, e a segurança da operação não tenha sido colocada em risco.
Quanto ao problema ocorrido com a turbina, e embora a falha do motor tenha sido contida, não provocando quaisquer danos no avião, verificou-se a projeção de alguns detritos pela tubeira de escape. Quaisquer danos daí resultantes serão assumidos pela TAP.»


sexta-feira, 11 de julho de 2014

AIR INDIA INTEGRA OFICIALMENTE A STAR ALLIANCE

Airbus A350 da Air India

A Star Alliance acaba de dar hoje, dia 11 Julho 2014, as boas-vindas à Air India como membro da sua família global de companhias aéreas, em Nova Deli, abrindo assim aos clientes da rede da Star Alliance em todo o mundo o acesso à ampla rede doméstica da companhia nacional indiana, no quinto maior mercado da aviação mundial.

A Air India passa agora a oferecer todos os benefícios dados aos clientes da Star Alliance em toda a sua rede e, por sua vez, os clientes da Air India podem também desfrutar dos mesmos benefícios quando viajarem em qualquer uma das outras 26 companhias aéreas membro da Aliança.

"Este é um dia importante para nós. Temos dito desde há muitos anos que precisávamos de uma companhia nacional forte no mercado indiano e ao dar as boas vindas à Air India na nossa família Star Alliance, conseguimos alcançar esse objetivo ", afirmou o CEO da Star Alliance,  Mark Schwab. “Sabemos que a ‘nova’ Air India está ansiosa para proporcionar os benefícios da Star Alliance a muito mais viajantes.”

Rohit Nandan, presidente e director-geral da Air India afirmou: “A Air India tem orgulho de ser um membro desta prestigiada aliança de companhias aéreas. A partir de hoje, abrimos um mundo completamente diferente aos nossos passageiros, os quais podem agora viajar para mais de 1.300 destinos em toda a rede, dispondo de um serviço de categoria mundial, assim como da melhor conectividade e consistência de serviços onde quer que vão”.

A Air India acrescenta um total de 400 voos diários e mais de 40 novos destinos na Índia à rede da Star Alliance. O maior crescimento resulta do seu mercado doméstico, servido até agora  por 13 companhias da Aliança, com operações para 10 destinos e uma quota de mercado de 13 por cento, a qual sobe agora para 30 por cento com a adesão da Air India. Os passageiros passam a beneficiar de um leque de opções amplo em rotas que ligam a América do Norte, Europa, Ásia e Austrália, através do subcontinente indiano. No total, a rede da Star Alliance conta com 27 companhias aéreas membro, oferecendo mais de 18.500 voos diários, servindo 1.316 destinos em 192 países.

A Air India oferece agora through check-in até ao destino final, tanto para passageiros como para bagagens, em voos de ligação operados por qualquer companhia aérea membro da Star Alliance, proporcionando assim uma experiência de viagem única e sem qualquer interrupção, beneficiando os passageiros do facto de não precisarem de recolher os seus cartões de embarque para voos de ligação nos aeroportos de transferência e, nos casos em que a  regulamentação alfandegária local o permita, também as respectivas bagagens serão despachadas directamente até ao destino.

Passam também a estar disponíveis os benefícios recíprocos para passageiros frequentes do programa Flying Returns da Air India e dos programas de fidelização das outras companhias aéreas membro, que garantem aos clientes mais opções para ganhar e converter milhas, ter upgrade e obter o estatuto Gold da Star Alliance.

Os membros do programa Flying Returns que possuem estatuto Maharajah Club ou Golden Edge Club adquirem agora também, automaticamente, o estatuto Star Alliance Gold, obtendo acesso a mais de 1.000 lounges em aeroportos de toda a rede. Os clientes de estatuto Gold podem também fazer check-in em balcões exclusivos, transportar mais bagagem e ter prioridade de embarque e na entrega de bagagens. Todos esses benefícios são também oferecidos pela Air India aos clientes titulares de estatuto Star Alliance Gold noutros programas de passageiro frequente.

A rede da Air India compreende 50 destinos na Índia e 33 internacionais, servindo 23 países. A adição de mais de 40 destinos únicos no mercado interno oferece aos passageiros uma excelente conectividade entre os principais centros de negócios. Entre os novos destinos destacam-se os pólos industriais de Aurangabad e Vadadora; Indore, que é a sede de muitos fabricantes de produtos farmacêuticos; O centro de têxteis e engenharia Coimbatore e Jamnagar, a “cidade do petróleo” da Índia. A Air India serve também destinos turísticos populares, como Goa, Cochim, Madurai e Jaipur.

Como parte integrante da rede da Star Alliance, a Air India participa agora em vários produtos tarifários da Aliança e nas soluções para tráfego de negócios.

Para o sector de viagens de negócios, os voos da Air India podem ser incluídos nos acordos  Star Alliance Corporate Plus, destinados a grandes empresas multinacionais. Para o mercado das convenções e reuniões, a Air India vai passar a oferecer os produtos específicos para esse sector,o Star Alliance Conventions Plus e Meetings Plus.

A Air India passa também a oferecer o produto tarifário mais popular da Aliança, o Star Alliance Round the World (RTW). Disponível em Primeira, Executiva e Classe Económica, esta tarifa permite aos clientes fazer viagens de volta-ao-mundo na rede conjunta das 27 companhias aéreas membro. Os clientes podem agora usar todos os voos da Air India no momento da reserva da sua tarifa RTW, quer através do Book & Fly, ferramenta de reservas online*, de uma companhia aérea ou agência de viagens.

Alguns dos voos da Air India serão também incluídos no produto Star Alliance Circle Pacific, para viagens circulares de ida-e-volta abrangendo os países asiáticos ao largo do Pacífico, os principais hubs internacionais na costa do Pacífico do Canadá e dos EUA, bem como o Pacífico Sul (sobretudo a Austrália e Nova Zelândia).

Finalmente, a Air India passa a integrar igualmente o Asia Airpass, juntamente com todas as outras companhias aéreas da Star Alliance com base na Ásia. Este produto tarifário específico  está disponível para todos os visitantes de outros continentes na região, que viajem numa companhia aérea da Star Alliance permitindo-lhes viajar pela Ásia para um conjunto de 277 destinos no total.

Fonte: TAP

quarta-feira, 9 de julho de 2014

PIZZA PARA TODOS!

Airbus A320 da Frontier Airlines. Imagem não creditada.

«Devido ao mau tempo e à falta de combustível, um avião norte-americano que fazia a ligação entre Washington e Denver, no Colorado, teve de ser desviado para Cheyenne, no estado do Wyoming, onde os passageiros tiveram de esperar várias horas para poderem voar novamente. Enquanto esperavam, o piloto da companhia aérea «Frontier Airlines» encomendou pizzas para todos os passageiros, escreve o «Telegraph».
Gerhard Bradner teve pena das 160 pessoas a bordo do Airbus A320 e resolveu oferecer pizzas por sua conta. Segundo as declarações de um dos passageiros, o anúncio da encomenda foi feito pelo próprio Bradner.
«Senhoras e senhores, a Frontier Airlines é conhecida por ser uma das companhias aéreas mais baratas dos Estados Unidos. Mas o vosso piloto não é barato e eu já encomendei pizzas para o avião inteiro», declarou o piloto enquanto o avião esperava para voltar a voar.
Andrew Ritchie, gerente da pizzaria Domino em Cheyenne, afirmou à «Associated Press» que a encomenda foi feita às 10 horas da noite quando estava prestes a mandar os seus empregados para casa e que, no total, foram pedidas 35 pizzas.
O avião acabou por partiu de Cheyenne às 10 horas e 30 minutos, minutos depois da entrega das pizzas, e aterrou em Denver, em segurança, 15 minutos depois.
A «Frontier Airlines» é uma companhia aérea «low-cost» fundada em 1994 que voa para 78 destinos.»

Fonte: TVI24

terça-feira, 8 de julho de 2014

50 ANOS DO AEROPORTO DA MADEIRA

 Aterragem de um A330 da TAP.
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O Aeroporto Internacional da Madeira completa hoje meio século de existência.
Trata-se de uma infraestrutura vital para uma região insular como é a Região Autónoma da Madeira, cuja economia depende em larga escala do turismo.
O Aeroporto local assume, por isso, uma importância absolutamente fundamental e por isso mesmo, desde o seu aparecimento, sofreu diversas transformações de modo a adaptar-se às necessidades do tráfego aéreo crescente e ao incremento da segurança nas operações, factos que se foram aliando à necessiade da região possuír um acesso aéreo "digno", tendo em conta a aposta turística que os governantes sempre foram alimentando.
Durante muitos anos foi algo estigmatizado por ser servido por uma pista muito curta (1600 e depois 1800 metros), facto que fez consubstanciar a ideia de que as aterragens e descolagens se faziam de modo abrupto e não raras vezes nos limites da segurança. 
No fina de década de 70 foi palco de um grave acidente, quando um Boeing 727-200 da TAP saiu de pista, sob muito más condições atmosféricas, causando inúmeras baixas. Este acidente foi, até hoje, a pior "mancha" na história deste aeroporto.
Cientes da especificidade da estrutura, as autoridades nacionais e regionais desenvolveram ações tendentes a transformar o aeroporto existente numa estrutura mais moderna e segura, muito embora também conscientes de que a orografia do terreno seria (e será) impossível de tornear de modo a evitar os constrangimentos que a ação dos ventos provoca nas operações aéreas, independentemente do maior ou menor comprimento da pista.

O Aeroporto da Madeira é hoje uma estrutura de que os madeirenses se orgulham e que permite relativizar as distâncias intrínsecas à insularidade.
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O desejo de prolongar a pista e, assim, poder vencer uns dos constrangimentos nas operações - a então impossibilidade de operação de aviões de maior porte -  viria a ser concretizado anos mais tarde, no virar do século XX para o XXI, com a inauguração do "novo" aeroporto, com ampliação da pista - dos já referidos 1800  metros (06-24) para 2781 metros, reposicionamento para 05-23, sendo que a obra de engenharia que permitiu o prolongamento da pista é uma das mais notáveis a nível mundial. Hoje o aeroporto permite a operação de aeronaves de todo o tipo, até ao Boeing 747 e a maior aeronave que, no presente, opera a partir deste aeroporto é o A330 e exporadicamente o Boeing 767.
É também um aeroporto que, pela sua localização, não é propriamente fácil em algumas situações, nomeadamente na presença de ventos curzados e nebulosidade baixa, e pelo faco de, por um lado ser rodeado de mar e pelo outro de uma encosta de montanha.
Volvidos então 50 anos sobre a sua inauguração, o Aeroporto Internacional da Madeira está dotado de bons acessos rodoviários, está ligado à capital insular - Funchal - por uma moderna via rápida que facilmente vence os cerca de 20 km de distância, e é hoje, portanto, uma estrutura moderna, dotada como já se referiu de uma pista com 2781 metros de comprimento, 15 posições/slots para o estacionamento de aviões, aerogare, amplos parques de estacionamento para centenas de automóveis, serviço de autocarros e taxis e aluguer de automóveis.


O enquadramento paisagístico do aeroporto é um dos mais belos do mundo.
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Para além de tudo isto, o enquadramento paisagístico desta estrutura aeroportuária é de uma beleza ímpar, permitindo ao passageiro excelentes perspetivas para aquela zona da ilha e, simultâneamente, já congregou uma verdadeira legião de entusiastas (spotters) que o demandam para o registo fotográfico das operações aéreas, sendo possível obter imagens de rara beleza, a que é impossível ficar indiferente.
O Aeroporto da Madeira é hoje, por tudo isto, uma estrutura de que a região e o país se podem orgulhar e que está, obviamente de PARABÉNS, pelos 50 anos ao serviço das pessoas, encurtando as distâncias físicas e afetivas entre aqueles que dele fazem uso.

Vista geral do aeroporto da Madeira na atualidade. A fotografia revela, também, a notável obra de engenharia que possibilitou o prolongamento da pista. Foto: Miguel Nóbrega.

Vista noturna do aeroporto. Foto: Rui Sousa.


Agradecimentos: Alexandre Maio e Ricardo Marques pela ajuda da elaboração desta edição, Miguel Nóbrega e Rui Sousa pelas fotos cedidas.
Edição e texto: Pássaro de Ferro


PILOTO IMPEDE CO-PILOTO DE REGRESSAR AO COCKPIT


O atraso do co-piloto irritou o comandante, que o trancou fora da cabine de pilotagem, num voo da companhia aérea Air New Zealand.

A companhia aérea Air New Zealand suspendeu os dois pilotos, depois de durante um voo, o piloto impedir o co-piloto de regressar ao seu posto, devido a tensões entre os dois homens, revelou a empresa no domingo passado domingo.
O voo que saiu de Perth (Austrália) com direção a Auckland (Nova Zelândia) no dia 21 de maio, foi atrasado porque o co-piloto foi submetido a um teste aleatório de drogas e álcool, indicou a companhia.

"Este atraso irritou o piloto", explicou à AFP o responsável pela segurança da Air New Zealand, Errol Burtenshaw. Durante o voo, o co-piloto fez um intervalo e foi tomar o café junto com outro membro da tripulação. Mas quando quis retornar à cabine, o piloto não respondeu aos seus chamamentos para que abrisse a porta.

"O comandante não respondeu aos seus apelos e não abriu a porta porque se aproximava de um ponto de notificação, e via no seu monitor um membro da tripulação chamando, e não o co-piloto", acrescentou Errol Burtenshaw.

A companhia aérea investigou este incidente em pleno voo, que provocou por alguns momentos o medo da tripulação.
A Air New Zeland enviou as suas conclusões às autoridades de aviação e suspendeu o piloto durante duas semanas e o co-piloto durante uma semana.
Os dois homens receberam uma formação adicional e ajuda psicológica, para ajudá-los a gerir este tipo de tensões.

Fonte: Exame
Adaptação: Pássaro de Ferro

segunda-feira, 7 de julho de 2014

SE VAI VIAJAR PARA OS EUA, LEIA ISTO

Boeing 757 da US Airways

«Se vai viajar para os EUA, o mais seguro é carregar todos os seus aparelhos eletrónicos antes de sair de casa. O receio de que o país seja alvo de um ataque terrorista levou à implementação de novas medidas de segurança em vários aeroportos pela Autoridade de Segurança dos Transportes (TSA) norte-americana.
A iminência de um ataque terrorista, motivada pela recente atividade dos jihadistas em países do Médio Oriente, levou a que a TSA emitisse, este domingo, um comunicado onde sublinha que os "aparelhos eletrónicos sem bateria não serão permitidos nos voos" que se dirijam para os EUA. A verificação dos mesmos será mais intensa que o normal e poderá ser pedido aos passageiros que liguem os aparelhos. Se estes não estiverem carregados, os seus proprietários poderão ser sujeitos a "controlo suplementar".
A possibilidade de os tablets, smartphones e computadores privados poderem servir de bombas é um receio latente. A Reuters noticiou que será dada especial atenção ao iPhone e aos Galaxy da Samsung, que são tidos como os mais passíveis de serem utilizados neste tipo de ataques.
A utilização dos aparelhos eletrónicos não é a única preocupação das autoridades norte-americanas, que também temem que os terroristas utilizem métodos mais criativos, que passam por esconder as bombas dentro do próprio corpo. Esta técnica torna mais difícil detetar possíveis engenhos. Sabe-se que os EUA vão apostar em scans mais avançados.
Os voos que mais preocupam as autoridades norte-americanas são os do Médio Oriente e da Europa. As autoridades acreditam que alguns elementos da organização terrorista Al-Qaeda treinam o desenvolvimento de bombas cada vez mais sofisticadas em solo europeu.
Ainda não se sabe quais são os aeroportos que vão cooperar com os norte-americanos.»


Fonte/notícia: Expresso

LUFTHANSA E AIR CHINA ESTEBELECEM PARCERIA

 Boeing 747-830 da Lufthansa.

Carsten Spohr, presidente do Conselho Executivo da Lufthansa e Song Zhiyong, presidente e diretor executivo da Air China Limited, assinaram um memorando de entendimento para reforçar a parceria comercial como parte de uma joint venture, durante uma recente visita de Carsten Spohr à China. 
As duas empresas também assinaram um memorando de entendimento para expandir a colaboração na área dos serviços de manutenção, reparação e revisão das suas aeronaves. 
Como membros da Star Alliance, Lufthansa e Air China já estão ligados há alguns anos mas pretende-se que este memorando de entendimento deva "cimentar" o caminho para a criação de uma joint venture comercial entre a companhia aérea alemã e Air China. 
Esta parceria vai adicionar-se aos joint ventures existentes com a United Airlines e a Air Canada entre a Europa e a América do Norte (desde 1998) e com a ANA (desde 2012) em rotas entre a Europa eo Japão.
O acordo com a Air China irá permitir que o grupo Lufthansa e respetivos aviões tenham um melhor acesso para o segundo maior mercado de aviação do mundo, depois dos EUA. 

Airbus A330 da Air China.

O novo acordo de parceria deverá entrar em vigor já no início do calendário de voos de Inverno no final de outubro de 2014.
Desde 2007 que a Air China (a maior companhia aérea da China.) é membro da Star Alliance, a maior aliança de companhias aéreas do mundo, com quase 49 milhões de passageiros transportados.

Fonte: WAN
Tradução e adptação: Pássaro de Ferro

domingo, 6 de julho de 2014

IMAGENS DE UMA "QUASE" COLISÃO, ONTEM EM EL PRATT - BARCELONA



Ontem, dia 5 de julho, um Boeing 767-300 da UTAir que provinha de Moscovo com destino a El Pratt, em Barcelona, teve de abortar a aterragem, quando um A-340-300 das Aerolineas Argentinas cruzou a pista.
As imagens ilustram o momento em que os pilotos do 767 percebem o que está acontecer por baixo do seu avião e abortam a aterragem.
Não sendo um acontecimento e manobra invulgares, não deixa de causar alguma sensação no observador exterior.
Como é evidente, aguardam-se explicações por parte dos responsáveis pelo controle do tráfego aéreo do aeroporto da capital catalã.

ALUGER DE AVIÕES PELA TAP CUSTA 3 MILHÕES DE EUROS


«O fretamento de aviões foi a única alternativa encontrada pela TAP para contornar o "atípico" mês de junho, mas a fatura a pagar pela companhia será pesada. Ao que o Dinheiro Vivo apurou, a TAP gastou três milhões de euros para pedir "emprestados" 186 aviões a outras companhias e, desta forma, assegurar a continuidade da operação.
A TAP confirma que o aluguer de aviões a outras companhias ajudou a contornar os problemas das duas últimas semanas e lembra que, com onze novas rotas a abrir para o verão, este modelo irá continuar a assegurar o bom funcionamento do serviço, enquanto os seis novos aviões encomendados para enfrentar o aumento de rotas não chegam.
"Temos privilegiado o fretamento em Portugal, a companhias como a White, EuroAtlantic, SATA ou Hi Fly. Mas por causa do Mundial do Brasil também não há muitos aviões disponíveis", assegurou fonte oficial da TAP ao Dinheiro Vivo, acrescentando que algumas companhias estrangeiras, como é o caso da Iberia, também têm conseguido ajudar.
Nas últimas semanas, a companhia aérea de bandeira sentiu algumas dificuldades. Tudo começou com o atraso de dois aviões (dos seis comprados pela companhia) cuja entrega estava prevista para junho, mas não foi só: este mês a companhia aérea enfrentou duas greves de controladores, uma em França e outra na Bélgica; uma greve não anunciada em Berlim; uma mini-greve na Groundforce; um problema no sistema de bagagens do aeroporto de Heathrow em Londres e até um problema elétrico no aeroporto Sá Carneiro, no Porto, que atrasou também atrasou a operação.
Ainda assim, números cedidos ao Dinheiro Vivo, mostram que nos primeiros seis meses do ano foram cancelados apenas 250 voos entre os 50.800 operados (350 voos por dia). Recorde-se que só a greve de controladores em Françacancelou 40 voos.
"Com um load-factor de mais de 80%", a tarefa de reemcaminhar passageiros foi mais difícil. No entanto, a companhia espera que tudo volte à normalidade em julho, quando os aviões chegam.»

Fonte: Dinheiro Vivo


AS "OUTRAS" CORES DA TAP


Por estes dias, para dar sequência a compromissos que a TAP firmou com a (prevista) entrada ao serviço de mais 6 aviões para a sua frota (2 A330 e 4 A320/319) e tendo em conta (sobretudo) os atrasos na prontidão dos 2 A330 (CS-TOQ e CS-TOR), a transportadora aérea de bandeira portuguesa viu-se "obrigada" a alugar aviões para dar sequência a todos esses compromissos assumidos.
Deste modo, este Airbus A330 da Ucraniana "Windrose" tem efetuado alguns voos que normalmente são operados também com o A330, mas com as cores nacionais, sobretudo para o destino Fortaleza, no Brasil.
Apesar de alguma polémica e de alguns sobressaltos no cumprimento dos horários - a que não serão alheios motivos que se prendem com o crescimento da procura no verão e o Mundial de Futebol em terras de Vera Cruz - não deixa de ser inusitado ver estes aviões, temporariamente, a voarem sob batuta lusitana.

Agradecimento ao Vitor Costa pela cedência da foto.


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